Ontem comi sardinhas, batatas, pimentos, fruta e muita, mas mesmo muita broa. Eu amo broa. É tão bom! Depois fomos dar uma volta e a minha prima mais nova comeu algodão doce e eu também petisquei. Podia ter comido menos broa, podia... Hoje sinto-me culpada, mas não estou a restringir em nada para compensar....
Há um pequeno problema... Eu quando atingi os 45, passado 2 semanas só aumentei 200g, ou seja mantive. Depois tive uma comunhão pelo meio, onde comi bastante e depois passado outras 2 semanas aumentei 1kg e 200g. Hoje mantenho-me nos 46 desde Maio. Agora tenho medo que vá para os 47 por causa de ontem. É ridículo, eu sei, mas fiquei a pensar que não fiquei os 45 porque tive aquela comunhão. Tenho medo lol
segunda-feira, 24 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Pensamentos doentes
Eu quero tanto parar de viver assim. Hoje pesei o pão, começou mal. O almoço na cantina era massa à lavrador, mas comi. Apetecia-me húngaros desde ontem à noite, hoje cheguei a casa e comi 1, não fiquei satisfeita por isso comi mais uma metade de um. Fiquei bem, depois veio o pensamento doente "Para quê que foste comer? És mesmo burra". Agora acabei de jantar frango estufado com ervilhas, cenoura acompanhado com arroz branco e uma salada (temperada!) Tenho tanto medo de aumentar.. Domingo vai haver uma sardinhada e quero comer o que me apetecer e comer broa, batatinha, pimento e ser normal mas hoje fiz asneira. Agora penso se devo fazer a ceia ou não, agora penso porquê que eu continuo com pensamentos doentes e será que vai ser sempre assim?
sexta-feira, 14 de junho de 2013
A minha vida tem vindo a melhorar de dia para dia e não consigo deixar de pensar no que já fui e alguns comportamentos ridículos que tinha. Já não peso o pão porque cheguei à conclusão que tem sempre praticamente o mesmo peso, quer tenha 50 ou 70g não é por ai que vou aumentar.
Nestes últimos dois meses, passei pela fase que para mim foi a mais difícil: a manutenção. Felizmente acabou por ficar tudo bem e ele está finalmente estável, mas infelizmente ainda dou muita importância à balança e continuo a pesar-me. Tenho tido muito trabalho e não paro no estágio (e pensamentos doentes "quando acabar o estágio, vou engordar porque já não vou estar a fazer aquilo). Quero voltar a correr e a fazer aulas divertidas no ginásio, só que não gosto de estereótipos e não sei ainda se vou fazer por gosto ou por obrigação. Ainda vou descobrir um dia... A única coisa que peço é ter a menstruação de volta. Perdia quando ainda estava com um peso normal, mas já em dieta. Fiz exames passado 3 meses e não acusou nada. A minha psiquiatra disse-me que por vezes demora até o corpo confiar novamente em nós e que se até Agosto ele não vier, aí sim ela me reencaminhará para uma ginecologista. Na minha opinião, é o que me vai acabar por acontecer, tenho a certeza.
Nestes últimos dois meses, passei pela fase que para mim foi a mais difícil: a manutenção. Felizmente acabou por ficar tudo bem e ele está finalmente estável, mas infelizmente ainda dou muita importância à balança e continuo a pesar-me. Tenho tido muito trabalho e não paro no estágio (e pensamentos doentes "quando acabar o estágio, vou engordar porque já não vou estar a fazer aquilo). Quero voltar a correr e a fazer aulas divertidas no ginásio, só que não gosto de estereótipos e não sei ainda se vou fazer por gosto ou por obrigação. Ainda vou descobrir um dia... A única coisa que peço é ter a menstruação de volta. Perdia quando ainda estava com um peso normal, mas já em dieta. Fiz exames passado 3 meses e não acusou nada. A minha psiquiatra disse-me que por vezes demora até o corpo confiar novamente em nós e que se até Agosto ele não vier, aí sim ela me reencaminhará para uma ginecologista. Na minha opinião, é o que me vai acabar por acontecer, tenho a certeza.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Estou tão farta de cumprir o plano. Não pensem que é para comer menos, que não é. Quero naturalmente comer x coisa porque me apetece. Não quero viver dependente das horas, de contar as colheres de arroz, de cear porque tem de ser e não porque me apetece. Há pessoas que conseguem, mas eu deprimo. Basicamente acordo e penso em cumpri-lo. Não gosto disso. Odeio porque sinto-me presa e não posso continuar a viver assim. Acho que sou livre de fazer o que me apetecer e quero muito livrar-me dele.
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